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Imaginem o Christofer e a The Shout dançando e cantando essa música. Então, essa imagem não sai da minha cabeça há dois dias. Eu tô traumatizada.
Sério, não me surpreenderia se o Christofer REALMENTE estivesse se inspirando em Backstreet Boys depois de tanta maconha. Às vezes o neurônio um não se comunica com o dois, né. Daí só ia dar o Christofer cantando EVERYBOOOOOOOOODY (yeah yeah) ROCK YOUR BOOOOOODY (yeah yeah) e fazendo uma dancinha sensual.
Nos clipes, em vez de termos zebras dançando como se não houvesse amanhã, teríamos o Christofer com uma jaquetinha prateada numa coisa meio futurística fazendo dancinhas gays com cara de badboy. Muito louco.
O bom é que ele já tem meio caminho andado, porque pra ser preso por porte de droga e foder com a carreira dele falta pouco, né. Enfim. Tô falando merda.
Peace.
- Letícia
Muita gente deve ter se perguntado: what the hell? Ele está mesmo se baseando em BSB (BackStreetBoys) para fazer seu novo álbum? Como assim uma pegada “dance” com toques de ritmos latinos?
Muita gente achou que era apenas uma piadinha relacionada ao dia 1° de Abril. E se você achou, você está certo!
Pegamos vocês? haha.
Claro que todo fã deve apoiar (ou não) o trabalho do seu ídolo. Cada um tem sua fonte de inspiração, bizarra ou não, cada um sabe no que se espelha. Ainda sim que o nosso querido Chris, usurpa de uma erva natural, onde a maioria vê como algo nojento ou prejudicial à saúde, mas todos reconhecem o maravilhoso trabalho que ele nos proporciona. Então, podem respirar aliviados, era apenas uma pegadinha! Até o próximo ano.
- Joseph

O mundo sempre espera de nós coerência. Se você tem uma opinião, as pessoas esperam que você a mantenha fielmente até o fim. O que todos nós sabemos que não ocorre – nós vamos crescendo como pessoas e ganhando novos conhecimentos, formalizando novas opiniões, etc.
Uma das principais características do ser humano é que ele é contraditório. Mesmo sem perceber, ele acaba fazendo uma coisa que vai completamente contra os princípios que ele prega e diz seguir.
Os fãs de NeverShoutNever, por exemplo. Outro dia, eu, Almeida, O Destemido, publiquei um texto cá nesta coluna chamada No More Hate (“Não mais ódio”, pra quem acreditou no Felipe Neto e fez WiseUP Teens) que falava que eu não havia gostado muito do Harmony, sempre frizando que aquela era minha única e exclusiva opinião.
Muita gente concordou, mas houve um grande grupo de leitores (do No More Hate, “Não mais ódio”, se você esqueceu da primeira vez que eu disse) que não. Tudo bem, aqui há de se expor opiniões e não é necessário que elas sejam únicas. No entanto, esses leitores do ironicamente nomeado No More Hate me xingaram por meio de todas as redes sociais possíveis – não somente no twitter, como também no Orkut, e até mesmo AQUI, na própria coluna.
Não que eu tenha ficado ofendido – longe de mim, adoro um circo pegando fogo -, mas gostaria de atentar-vos ao quão irônica é esta situação: proliferar o ódio justamente por um texto postado em um blog chamado Não Mais Ódio.
Não somente este caso, mas também o caso da jovem que postou um texto dizendo claramente que odeia os Posers. Novamente, proliferando o ódio em um blog chamado Não Mais Ódio (estou repetindo para me certificar de que todos entendam o significado, aprendi esta técnica no CCAA). E o pior - os leitores, ditos “fãs do Chris”, concordaram com ela.
É esta a mensagem que o Chris passa? É esta a mensagem que os fãs de NeverShoutNever e leitores do Não Mais Ódio querem passar para o mundo?
É tão irônico quanto usar um botton anti-bullying e chutar a cabeça de um gordo simplesmente por ele ser gordo.
Ao invés de irem contra tudo o que o blog e os leitores pregam, deveriam ter tentado compreender. Ou, quiçá, ignorar. Sabe, alguém uma vez disse algo como “Love Is Our Weapon”, não sei se vocês já ouviram essa expressão. Não me recordo quem foi.
Mas, novamente, somos seres humanos. Somos contraditórios. Somos passíveis de erro. Cabe a nós tentarmos não cometê-los, parar de agir por impulso, parar de deixar os sentimentos agirem à frente do intelecto. Mas vez ou outra todo mundo pisa na bola.

Chega de ódio nesses coraçõezinhos, garotada.
- Almeida
Eu tava brisando no teto do meu quarto, pensando em algo pra escrever aqui hoje e, comecei a pensar: POR QUE DIABOS (risos) EU GOSTO/OUÇO NSN? Nunca tinha parado pra pensar nisso. Eu gosto porque gosto e pronto. Mas bem… Vamos por partes.
As letras. Ahhh, as letras. O Christofer escreve algumas das letras mais fodas que eu já vi na minha vida. Se eu fosse fazer um ranking, ele perderia pra poucas bandas/compositores. A capacidade dele de se expressar incrivelmente bem em versos chega a ser surpreendente. Observem:
“And I saw the look in my brother’s eyes
When I told him I was leaving
He could help but despise me
He wanted out his whole life
(…)
I plead for relief.
This town won’t receive all the things that I want, the things that I need
And I’ll be and I’ll beg.
I’m down on my knees.
Momma oh momma let me please leave.
(…)
All I ever wanted was love”
ESSA MÚSICA É UM TAPA NA CARA DA SOCIEDADE, MEUS AMIGOS. UM TAPA NA CARA DA SOCIEDADE.
Enfim… A música, propriamente dita: Na boa, eu simplesmente AMO o jeito que o Chris toca violão, é tão bonitinho e apaixonante. Ukulele e tal. Ele – e a The Shout – conseguem harmonizar tudo, sem parecer uma banda de 48 pessoas desnorteadas e blá. É incrível.
E, por fim, a mensagem do Chris. Eu, como uma boa fã de Beatles e John Lennon, sempre apreciei essa coisa de paz e tal, e, eu realmente acredito que isso possa… Sei lá, mudar bastante coisa. Christofer me ensinou pra caralho com essa história de “Love is our weapon” e tal.
Enfim, desculpem pelo post. Andei em semana de provas (e, por isso não consegui postar semana passada) e to destruída agora, precisando dormir. Mas a foto simpática do Chris ali em cima compensa tudo, ok? Peace.
- Letícia
Love is old, love is new
Love is all, love is you.
Eu deveria começar essa coluna com What is Love?, mas ela perderia o propósito no momento em que eu mentalizasse o Christofer com o banjo dele cantando UÁ RIS LÔ? UÁ RIS LÔ? Ô Ô Ô.
Opa, já mentalizei!
Zé’s (Ou Christofer’s) do banjo a parte, hoje eu vou falar de amor.
Acho que amor e felicidade são duas coisas que a humanidade procura.
Enfim, vamos refletir um pouco sobre a pergunta que nós cantamos oitocentas e oitenta e nove mil novecentas e trinta e duas vezes sem as vezes nos darmos conta de sobre o que estamos falando.
Quantas músicas você já ouviu que falam de amor? Tá, quatro bilhões setecentos e oitenta e nova mil novecentos e vinte e uma. Mas você já parou pra refletir o que é o amor?
Amor é uma coisa complexa demais pra se descrever, pra transferir pra música, pra qualquer coisa que não seja sentir.
E nem venham dizer que não adianta eu fazer uma música sobre como eu fiquei triste quando o joãozinho me deixou que ninguém vai se identificar, porque alguém SEMPRE vai se identificar com as músicas de alguém.
Enfim, o que no mundo pode ser melhor que a música?
- Kris.
Eu acho que muita gente ao ouvir o nome Christofer Drew sendo mencionado, pensa rapidamente em tatuagens, então é sobre isso que vou falar hoje. É claro que eu não vou ficar aqui falando e falando sobre o significado de cada tatuagem dele, até porque 1 - se isso fosse realmente acontecer eu provavelmente ficaria aqui até amanhã e 2 – não sou mãe Dinah pra saber os motivos e significados de cada tatuagem, que afinal são dele.
É meio obvio que todas elas são importantes pra ele, e quem dera eu saber o motivo certo de cada uma delas. De acordo com Chris, seus braços representam a vida e a morte, seu peito é o centro. E seu pé tem o símbolo da paz pois ele tem a intenção de andar espalhando a mesma. Agora uma das minhas preferidas, Live (que fica nos dedos da mão esquerda) e Free (na direita), segundo ele se trata de uma mensagem meio obvia: viver livremente. Uma das coisas que hoje em dia se leva muito em conta não é? Proxima. As ancoras nas mãos junto as iniciais dos nomes do pai e da mãe. Não sei que mãe não ficaria feliz com uma homenagem dessa. E a ultima que estarei citando, porém não menos importante, o punho direito cujo tem fé em hebraico. Of course que ele tem muito mais do que isso, mas acredito que essas sejam as mais conhecidas.
Smile up a storm cause were all as sad as you think that you’re are so just smile
Nat
Você já parou pra se perguntar por que a maconha é proibida? “Por que ela faz mal”, é a conclusão que costuma-se chegar, ignorando o fato de que cigarro faz mal, carne de porco faz mal, Gaiola das Popozudas faz mal (ao cérebro, juro), bebidas alcoólicas fazem mal e todas essas coisas são liberadas. E pior – muitas dessas coisas fazem muito mais mal do que ervas.
Não quero que esse texto soe como uma apologia às drogas (sou muito jovem e sensível para ir preso, os detentos fariam de mim uma menina), mas ultimamente é praticamente impossível falar do Chris sem mencionar as drogas, e ainda existem muitas dúvidas em relação à maconha, especificamente.

Eu sempre fui pró-legalização das drogas, por que tenho a idéia de que o ser humano deve ser livre pra fazer o que quiser. Se ele quer usar alguma coisa, que o faça. Não cabe a ninguém julgá-lo por fazer isso ou impedi-lo. A maconha em especial, por que a proibição dela é muito mais voltada a motivos político-sociais do que relacionados à saúde.
Desde os tempos mais remotos que as pessoas usam maconha, mesmo que ela sempre tenha sido vista com maus olhos. No início do século passado, nos EUA, houve um enorme BOOM da maconha por que havia sido proibido o álcool – foi a chamada “Lei Seca” americana – e a maconha foi o “substituto”. Por esses dois motivos, começaram a rolar boatos sobre a maconha, mandando aqueles papos de que ela deixa as pessoas loucas, fazem as meninas virarem prostitutas, fazem você gostar de Chiclete com Banana e coisital.
Logo que ouviram isso, as classes altas da sociedade americana começaram a se posicionar contra a maconha – era um medo claro de começar a gostar de Chiclete com Banana.
A questão em si é – a maconha não faz mal. Se faz, é muito pouco, e ainda assim só com o uso excessivo e desregrado. Nunca foi provada nenhuma relação entre a maconha e nenhum câncer, doença degenerativa ou o CD do Chiclete, “Sou Chicleteiro”.
O máximo que se sabe é que ela diminui o número de espermatozóides, mas não o suficiente para abaixar a pipa do vovô ou deixá-lo infértil. Também se sabe que a memória a curto prazo é afetada, então o Chris poderá esquecer aonde deixou a chave do carro vez ou outra, mas nunca se esquecerá da letra de uma música ou do nome da mãe dele.
Além disso tudo, ela dilata os vasos sanguíneos, deixando o usuário relaxado e aumentando sua capacidade perceptiva, o que faz com que se desenvolva a criatividade. O Chris, em um ano, lançou dois discos pela NeverShoutNever, 13 videoclipes, um livro de poesias, um disco pela EatMeWhileImHot, participou da trilha sonora de Alice In Wonderland e aposto que só não lançou mais material por que a gravadora não deixou. Quantas pessoas você conhece que tenham tanta criatividade assim naturalmente?
O Chris usa maconha desde os dezesseis anos, mas só ultimamente ele vestiu a camisa. Por isso, não acredito que as mudanças que vem ocorrendo com ele sejam resultado do uso de maconha. Se ele fosse um piloto de avião, eu seria contra o uso da maconha, mas como o ramo em que o Chris trabalha exige muita criatividade, a maconha pode acabar sendo um fator positivo e acredito ser muito válido.
- Almeida
Era uma noite gelada de inverno na cidade onde eu morava, no interior dos Estados Unidos. Estava no porão da minha casa, compondo e gravando músicas, para depois colocá-las no MySpace.
As pessoas estavam começando a gostar das minhas músicas e passando para seus amigos. Eu gostava disso, queria fazer diferença para o mundo, queria mostrar ao mundo quem eu era através da minha música.
Falava sobre mim em todas as composições, foi o caminho que achei para a liberdade, para deixar de ser só mais um garoto de 18 anos solto pelo mundo. Eu queria que as pessoas crescessem espiritualmente com a minha música, isso começou a dar resultado.
Estavam começando a me chamar para fazer pequenos shows, e eu precisava de ajuda para tocar todos os instrumentos. Olhei para meu celular jogado em cima do ukelele ao pé da cama. Peguei-o e liguei para alguns amigos e os chamei para fazer o show comigo, eles toparam na hora. Eu amo esses caras.
Estava feliz, acima de tudo, por poder mostrar a minha música para as pessoas.
Levantei, deixei meu violão encostado na parede e fui dormir.
Ah, o meu nome? Christofer Drew.
- Letícia
Não habilitamos o Ask pra facilitar a visualização das colunas, mas devido a procura, fiz um forms pra gente:
http://www.formspring.me/nomorehatecdbr
http://www.formspring.me/nomorehatecdbr
http://www.formspring.me/nomorehatecdbr
http://www.formspring.me/nomorehatecdbr
Podem elogiar, criticar e opinar.
Mas perguntas sobre a banda são só no /chrisdrewbr, ok? Esse é exclusivamente pra coluna.
- Kris
O meu nome é Valeska e o apelido é Quero Dar.
Não sei se o pessoal de outros estados conhece essa música, mas quem não conhece é só dar uma googlada. Outro dia, ouvindo essa música, eu parei pra pensar: O que leva as pessoas a fazerem música?
Tipo, a Valeska faz “música” porque ela quer dar, isso não é difícil de entender. Mas e o Christofer? Não desmerecendo a ilustre senhora Valeska que acrescenta muito culturalmente ao nosso país, eu acho que música não é só verbalizar seus pensamentos com o acompanhamento de instrumentos. Música é poetisar seus pensamentos e transferí-los para o mundo de forma que nem você nem as pessoas das quais as músicas tratam fiquem comprometidos.
Porra, música é uma coisa muito linda mesmo, puta que pariu!
O que pode ser mais mágico que a transferência de coisas que ficariam remoendo em você para o mundo exterior? Sei lá, eu sou melhor escrevendo textos, mas eu ficaria feliz se soubesse compor. Pessoas que compões podem demonstrar o que elas sentem e ao mesmo tempo ver as pessoas se identificando com isso. Podem fazer shows e sentir a emoção que passam pras pessoas em cada palavra refletida nos olhos delas.
Ás vezes eu chego a ficar irritada com pessoas que não ouvem música. Porra, como alguém consegue?
mú-si-ca
(muh-zi-ka)
do latim: modo de tornar sua vida potencialmente melhor ao simples tocar de algumas notas combinadas com uma voz nem sempre tão agradável mas que deixa você anestesiado.
Aí eu paro pra pensar porque pessoas tipo a Valeska fazem música. Ou tipo os Hawaianos. Meu, o que querem passar com “Nós fogueta e mete o pé”? Acho que quando uma pessoa faz música ela tem que estar ciente que muitas pessoas vão seguir aquilo, e se aproveitar disso pra passar algo bom pras pessoas e não valores promíscuos de uma sociedade que cada vez mais banaliza o amor (falei bonito?). Por que algumas pessoas preferem ouvir esse tipo de música a ouvir músicas tipo a do Christofer?
Problemas:
1- É difícil achar músicas que passem algo em português.
2- Grande parte da população não fala inglês.
Mas e se todos nós divulgássemos músicas com mensagens positivas pelo mundo? Vamos?
- Kris.
(Ok, eu sei que esse post tá terrível, mas o gif bonitinho - obrigada a quem fez, apesar de eu não saber quem foi - ali compensa.)
O The Yippee EP foi lançado em julho de 2008 e, de certo modo, consolidou a banda. Foi o primeiro EP que fez sucesso, principalmente por causa do single Bigcitydreams.
The Yippee conta com quatro músicas, duas das quais reaproveitadas do Demo-Shmemo.
Começa com Heregoesnothing, uma música animada com uma batida agradável, embora todos os efeitos de som façam a música ficar um pouco pesada e cansativa. E a letra é um tanto cheia de dor de cotovelo. Mas isso não vem ao caso.
A segunda música é a tão famosa Bigcitydreams. Com uma letra daquelas que qualquer um se identifica com facilidade, um ritmo mais calmo, sem muitos efeitos de som, é uma música leve e gostosa de ouvir, e ainda tem uma das melhores frases que eu já ouvi (the summer is a bummer, tem como não rir?). Tinha tudo pra virar um single de sucesso, e foi exatamente o que aconteceu.
Logo após vem Smelyalata. Ela foi reutilizada do Demo-Shmemo, portanto eu já falei dela no outro post, mas vou falar de novo. Até mais ou menos os 55 segundos, é uma música bem promissora, mesmo que um pouco parecida com Bigcitydreams. Após os 55 segundos, ele fez a mesma coisa da primeira música do EP. Botou efeitos demais e tornou ela cansativa. Mas continua sendo uma das minhas preferidas da banda.
A última música é Dare4distance, e eu também já falei dela aqui, por que ela também foi tirada do primeiro EP. É boazinha no começo, mas depois de alguns segundos começam efeitos bem chatinhos (de novo!) e o ritmo faz com que ela seja um pouco entediante, embora obviamente continue sendo boa. Não vou me aprofundar muito nessa música, por que eu já falei tudo que tinha pra falar dela no outro post.
Graças a esse EP, NeverShoutNever foi nomeada como a melhor banda independente do ano. Não preciso dizer mais nada né?
- Luísa
Eu estaria mentindo se dissesse que sabia exatamente o que dizer aqui hoje, mas enfim, vamos lá. Meu nome é Natália e quem me conhece deve provavelmente me conhecer do twitter @natlira. Sou nova aqui, e estarei postando todas as terças. Bom, a verdade é que, eu li e reli o blog varias vezes para ver se vinha alguma ideia diferente e não consegui nada, mas enfim. Depois de muito tempo pensando (e com uma pequena ajuda é claro) decidi sobre o que vai se tratar o meu primeiro post aqui. Um assunto muito comentado ultimamente em vários lugares, que muita gente já deve estar cansada de ouvir e também algo que sabemos que foi presente no passado do Chris. O Bullying. O termo bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem geralmente sem motivo, adotadas por pessoas que gostam de intimidar outras, causando muitas vezes dor e angústia, e executadas dentro de uma relação geralmente desigual de poder. Como todos sabem, Chris sofria bullying por ser considerado um nerd na escola e acabou a abandonando oficialmente com 16 anos. Vocês já pararam pra pensar como era? Eu pensei muito para decidir sobre o que escrever aqui, e então lembrei. Ano passado, eu estava perambulando em um site de notícias e me deparei com o seguinte: “Leandro Felipe, uma criança de 12 anos em Portugal era frequentemente ameaçado e agredido por seus colegas, até que um dia não aguentou mais, saiu chorando da escola. “Não apanho mais. Vou-me atirar ao rio” e assim fez. Sua família foi hospitalizada em estado de choque”. Contei um pequeno resumo, mas enfim, tudo verdade. Podem pesquisar. Eu não sei ao certo porque até hoje eu lembro, mas eu fiquei pensando “já existem tantos motivos para levar a morte, e alguém ainda morre desse jeito?”. Awful. Mas, por que as pessoas cometem o bullying? Até onde se sabe, ofender alguém não te torna melhor. Ninguém nasce aprendendo a odiar. Crianças podem ser bem más quando querem. Mas será que elas realmente querem? Digo, qual é mesmo o objetivo? Enfim, isso me fez parar pra pensar, não só no Chris, e sim em todas as pessoas que sei que já sofreram algo desse tipo. Em relação ao Chris, você fica imaginando se foi uma coisa que ele conseguiu superar ou se talvez guardou essa magoa durante anos. Na maioria das vezes a vítima aceita todo o seu sofrimento sem dizer nada a ninguém, porém se transforma em uma pessoa triste (isso explica algumas músicas?), deprimida e sem perspectivas de lutar pelos seus direitos (no caso do menininho poderá até optar pelo suicídio). Nós não sabemos, na verdade acho que ninguém sabe, mas pensem, talvez o Chris tenha canalizado essa angustia em suas músicas e talvez até na própria maconha, tanto é que, o mesmo começou a fumar (maconha) mais ou menos na época em que largou a escola . I’ve been smoking cigarettes since I was only fourteen just to find an escape from this town that was so mean to me. Como já falaram aqui mesmo, a música mostra agonia, de querer sair, fugir. Faz sentido. Daí a gente para pra pensar: “E SE?”. E se ele não conseguisse canalizar essa angustia em lugar nenhum? E se ele continuasse a ser a mesma pessoa cujo nem saia de casa direito e algo do tipo? Ou e se ele não conseguisse vencer isso de modo algum e hoje ninguém o conheceria como a incrível pessoa que ele é? Bom, este é um dos motivos pela qual eu gosto tanto do Chris. Ele conseguiu vencer uma coisa que eu sei que não é algo fácil de superar e esquecer. Ele não desistiu de nada e esteve sempre ali. Outra coisa que eu também pensei é que mesmo atualmente, não só ele, como diversos artistas devem sofrer também algum tipo de “bullying musical” e acredito também que se ele tem mudado ultimamente é porque deve haver um motivo para isso, algo que tenha o deixado bravo, ou triste. Nunca se sabe. Enfim, sabendo toda a sua história, esse foi um ponto que conseguiu me surpreender, e acabei dividindo aqui hoje com vocês. Até a próxima terça.
Nat